Deixamos Ouro Preto com destino a Tiradentes, mas antes passamos por Congonhas, destino obrigatório porque lá estão os profetas esculpidos por Aleijadinho.

Paramos no Centro de Informações em busca de um mapa da cidade, que revelou-se desnecessário.  É só seguir as placas rumo à Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, principal (ou única) atração da cidade.  Localizada no alto de um morro, A Basílica, que ganhou o título de patrimônio mundial pela UNESCO, impressiona não apenas pelos doze profetas esculpidos em pedra-sabão por Aleijadinho, mas também por seu belo interior, com teto pintado por Mestre Athayde.  Segundo consta, Aleijadinho (Antonio Francisco Lisboa) foi acometido por uma doença que lhe degenerou os membros, fazendo com que a certa altura trabalhasse com as ferramentas presas ao corpo.  A doença não lhe roubou a genialidade.  Várias peças e projetos de igrejas da região são atribuídos à ele, mas certamente esta obra, os doze profetas, é a mais famosa e impressionante delas.

As seis Capelas dos Passos distribuídas à frente da igreja representam em seu interior a Paixão de Cristo. 

Fomos ainda até a Matriz N. Sra. da Conceição, que não tem grandes atrativos.  O tempo não estava dos melhores e já haviamos visto o que nos levou até a cidade. 

Não encontramos nenhum restaurante que nos agradasse, o único que vimos foi o Cova do Daniel (eu, hein?).  Decidimos esperar e seguimos viagem em direção à Tiradentes.  Há poucas opções pelo caminho, mas achamos um lugar gostoso, o Restaurante Café com Prosa.  A comida é servida em cima de um fogão à lenha e também têm buffet de doces (a cocada cremosa estava ótima!).